Um criterioso e inspirado casting de diretores

Crítica: Luiz Carlos Merten

O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2011 | 03h08

JJJJ ÓTIMO

JJJ BOM

Felipe Bragança refere-se à carta-manifesto que deu origem a Desassossego não como um projeto dele, mas uma criação conjunta com Luiza, a personagem de A Alegria. Neste sentido, o filme é um desdobramento do anterior. Na escolha do corpo de diretores, ele diz que se inspirou no método de Eduardo Coutinho, de como o grande documentarista seleciona seus personagens. Um casting de diretores, os que melhor se integravam à utopia do filme coletivo. Não um filme em episódios tradicional, mas um fluxo contínuo formado por fragmentos - de arte e vida -, por 'ápices de sonho'. O ideal é embarcar em Desassossego como se fosse uma aventura.

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