TV Cultura estréia documentários sobre países latinos

A TV Cultura apostou no apelo latino para sua nova atração que estréia hoje, às 20h30, o programa Tal e Qual. É uma produção com sotaque espanhol, não apenas pelos temas tratados, mas pelo acento do apresentador Amaury Wilson, cubano radicado no Brasil. A cada episódio serão exibidas reportagens feitas pela Televisão América Latina, que firmou parceria com a Cultura. O principal atrativo, conta Wilson, é conhecer um pouco mais da identidade latina.Os documentários de Tal e Qual mostram aspectos culturais pouco conhecidos de países como Panamá, Bolívia e Argentina. No programa de estréia, por exemplo, o apresentador destaca o vídeo Peluquería La Época, um divertido relato sobre uma barbearia argentina que se tornou uma espécie de centro cultural. ?É um senhor que tem praticamente um museu na barbearia. O documentário fala um pouco da origem dos barbeiros e das reuniões que eles fazem para dançar tango.?Chamaram a atenção de Wilson ainda os documentários que falam sobre a Bolívia. O primeiro deles trata do aspecto físico desse povo com pouca miscigenação. O segundo é um divertido relato sobre as chamadas ?cholas?, mulheres descendentes de indígenas que usam vestimentas típicas. O divertido, conta o apresentador, é que elas praticam luta livre, uma das paixões bolivianas, mesmo vestidas daquela maneiras, com longas saias e tranças.Temas mais densos também entram na programação. Em Cinema Alcazar, o telespectador pode conhecer a Nicarágua sob a ótica de uma mulher que mora em uma sala de cinema destruída por um terremoto. Já Panamá Gay é uma denúncia de como os gays vivem no país que não aceita bem a homossexualidade. Sobre a Argentina, destaque para um relato de três diferentes pessoas que conviveram com Evita Perón. ?Uma delas é uma senhora que trabalhava como ajudante direta de Evita, sobretudo na época da campanha pelo voto feminino e ela dá um testemunho interessante sobre seu relacionamento com a primeira dama?, diz Wilson. As informações são do Jornal da Tarde.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.