Três homens são condenados por roubar O Grito, de Munch

O tribunal de Oslo condenou hoje a prisão três homens pelo roubo da obra O Grito de Edvard Munch, furtada de um museu em 2004, e que ainda não foi encontrada. Petter Tharaldsen foi condenado a oito anos de prisão, Bjoern Hoen a sete, e Petter Rosenvinge a quatro anos, por cumplicidade no crime. Outras três pessoas foram liberadas. Todos os seis acusados haviam se declarado inocentes em fevereiro. Além de O Grito, uma outra obra do artista, A Madona, foi roubada do museu. As duas pinturas não foram recuperadas ainda, apesar dos dois milhões em moeda norueguesa (equivalentes a quase 260 mil euros) prometidos como recompensa para quem fornecesse informações que levassem aos quadros.Cinco das pessoas eram acusadas de haver planejado ou participado do roubo de O Grito, que foi realizado durante o dia, enquanto a sexta pessoa era acusada de receptação. Tanto O Grito quanto Madonna foram retirados do museu Munch de Oslo em 22 de agosto de 2004, quando dois homens armados e encapuzados entraram no edifício e tiraram os dois quadros da parede, em frente a dezenas de turistas.Dois dos três acusados também foram condenados a pagar, dentro do prazo de duas semanas, cerca de 750 milhões em moeda norueguesa (equivalentes a 97 milhões de euros), a título de ressarcimento.

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