Território e poética na Mercosul

"Sempre achei esquisito que uma Bienal tivesse no nome um tratado econômico que nunca deu certo", diz o colombiano José Roca, que assina a curadoria-geral da 8.ª Bienal do Mercosul, sob o título Ensaios de Geopoética. Nada mais natural que uma temática estratégica sobre a questão de território e nacionalidade fosse tomada como mote para reunir obras de 105 artistas de 31 países na mostra que vai ser aberta na sexta-feira, em Porto Alegre, para convidados - o público terá acesso no sábado e a mostra fica em cartaz até 15 de novembro.

Camila Molina, O Estado de S.Paulo

06 de setembro de 2011 | 00h00

A Bienal, que homenageia o chileno Eugenio Dittborn (foto), cupará os armazéns do Cais do Porto, o Santander Cultural, o Museu de Artes do Rio Grande do Sul e locais que receberam obras específicas. Mais ainda, a edição, que tem como curadores Alexia Tala, Cauê Alves, Paola Santoscoy, Aracy Amaral, Fernanda Albuquerque e Pablo Helguera, firma-se como mostra de processo. Os segmentos Cadernos de Viagem e Além Fronteiras reúnem obras criadas a partir de viagens pelo RS. Além disso, mostras dos participantes ocorreram em outras cidades gaúchas.

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