Técnico critica árbitro, mas diz que Coritiba está vivo

A arbitragem de Wilton Pereira Sampaio na primeira partida da final da Copa do Brasil irritou o Coritiba. Para o técnico Marcelo Oliveira, os erros cometidos pelo juiz impediram que o time conquistasse um resultado melhor na Arena Barueri, na noite de quinta-feira. A equipe paranaense foi derrotada por 2 a 0 pelo Palmeiras e precisa reverter a vantagem do adversário na próxima quarta-feira, no Estádio Couto Pereira.

AE, Agência Estado

06 Julho 2012 | 09h34

"Se perdeu pela bola parada bem aplicada e pela arbitragem extremamente infeliz", declarou Marcelo. "São lances simples de ser marcados. Vai passar na televisão e todos vão ver. Mas aí não adianta mais", desabafou o treinador do Coritiba.

O time paranaense entende que Wilton Pereira Sampaio errou ao marcar pênalti para o Palmeiras em Betinho e não dar um para o Coritiba, em Tcheco. A outra reclamação é em relação ao segundo gol do Palmeiras, marcado por Thiago Heleno, sobre um suposto impedimento na jogada.

Para Marcelo, o Coritiba foi superior ao Palmeiras e poderia ter conquistado um resultado melhor na Arena Barueri. "Na minha opinião, jogamos melhor nos dois tempos. Tivemos mais volume de jogo", disse. "Foi um jogo absolutamente normal. Não se perdeu pela postura, pela preparação ou pelo ímpeto dos jogadores", completou.

Com a derrota por 2 a 0 em Barueri, o Coritiba precisa de uma vitória por ao menos três gols de diferença para conquistar o título da Copa do Brasil. Triunfo do time paranaense por 2 a 0 leva a disputa para os pênaltis e qualquer outro resultado fará o Palmeiras ser campeão. Marcelo garante, porém, que o time paranaense não desanimou e tem chances reais de faturar o torneio nacional.

"Quem trabalha forte, quem tem um grupo unido como esse, com jogadores comprometidos, sabe que não tem nada definido e que não acabou", disse."Eu respeito o Palmeiras e afirmo que nós não tememos ninguém. Jogamos isso que vocês viram. É um time guerreiro, que não tem estrelas, mas todos se doam até o final. E isso nos faz acreditar que é possível reverter", finalizou.

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