Décio Figueiredo/Divulgação
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Teatro São Pedro abre temporada com 'O Elixir do Amor'

Dois elencos vão se dividir ao longo das sete récitas; time de cantores brasileiros fará a estreia

JOÃO LUIZ SAMPAIO - O Estado de S.Paulo,

26 de junho de 2012 | 03h11

O Teatro São Pedro abre hoje sua temporada - a primeira sob direção artística do maestro Julio Medaglia. No palco, uma das mais queridas comédias do repertório operístico, O Elixir do Amor, de Gaetano Donizetti.

Dois elencos vão se dividir ao longo das sete récitas. Hoje, para a estreia, está escalado um time de cantores brasileiros - a soprano Gabriella Pace (Adina), o barítono Sebastião Teixeira (Belcore), o baixo Saulo Javan (Dulcamara) e a soprano Thayana Roverso (Gianetta). A surpresa está por conta do tenor Sébastien Guèze, como Nemorino - o francês chega bem recomendado por apresentações em palcos como o La Fenice, de Veneza, e o Concertgebouw, de Amsterdã, além do prêmio do público no Operalia, concurso de canto criado e comandado pelo tenor espanhol Plácido Domingo.

Para as récitas de julho, foram convidados jovens solistas escolhidos em uma recente audição realizada pelo São Pedro: o tenor Thiago Soares, a soprano Rosana Schiavi, o barítono Marcio Marangon, o baixo Michel de Souza e a soprano Débora Dib.

Medaglia, que assumiu o comando da programação do teatro no começo do ano, substituindo Roberto Duarte, não estará à frente da Orquestra do Teatro São Pedro no Elixir, mas assina a direção artística do espetáculo. Como maestro, ele estreia em óperas no teatro apenas no segundo título programado para a temporada, Lakmé, de Delibes - ainda está prevista para este ano uma montagem de Werther, de Massenet, que ainda não tem regente confirmado e será dirigida por André Heller-Lopes.

A regência da ópera de Donizetti estará, assim, a cargo de Emiliano Patarra, que ocupa desde a gestão passada o cargo de regente titular da sinfônica do teatro. A direção cênica é de Walter Neiva, que foi um dos diretores responsáveis pelas remontagens da produção de O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, da Companhia Brasileira de Ópera, ao longo de 2010 e 2011.

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