Tão bom que pode virar atração fixa no próximo ano

Crítica: Luiz Carlos Merten

O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2012 | 02h11

JJJJ ÓTIMO

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Na visita ao set de Doce de Mãe, o codiretor Jorge Furtado já havia dito ao repórter que esperava terminar seu telefilme (em parceria com Ana Luiza Azevedo) de forma melhor que o Mario Monicelli de Parente É Serpente. As duas obras têm um ponto de partida parecido, senão igual, mas divergem no desenvolvimento (e na conclusão). Furtado e Ana Luiza criaram uma personagem deliciosa, que Fernanda Montenegro torna ainda mais cativante. Nos bastidores da Globo, a aposta é de que Doce de Mãe poderá virar série e entrar na grade fixa da emissora. O problema talvez seja administrar o elenco que apoia Fernanda, pois não vai ser fácil garantir que Marco Ricca, Matheus Nachtergaele, Mariana Lima e Louise Cardoso continuem em cena como os filhos. Com uma pegada meio A Grande Família, Doce de Mãe tem diálogos, trilha, pique e esse elenco afiado, ou em estado de graça. Furtado e Ana Luiza dirigem para cinema, mas não têm planos de lançar o filme em outras salas que não a das residências. Para quê, se com uma só exibição, Doce de Mãe terá muito mais público que os campeões brasileiros do ano?

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