Surpresas, só no palco

Os ingressos estão esgotados desde o fim do ano passado, algo que seria quase normal a qualquer grande banda que viesse ao Brasil. Até dois shows. Agora três, parece brincadeira. O Morumbi vai receber por três noites (hoje, amanhã e quarta) uma multidão com a qual Cícero Pompeu de Toledo, o ilustre que batiza a arena, jamais sonhou. Como o palco terá visão circular, será a maior lotação de sua história: 89 mil pessoas por dia.

Julio Maria, O Estado de S.Paulo

09 Abril 2011 | 00h00

A arquibancada será, enfim, beneficiada pela visão do todo, algo que aqui faz diferença. A plateia VIP não terá as regalias em detrimento da integridade física do grande público, que fica cada vez mais espremido à medida que essas áreas são aumentadas. A Red Zone estará lá, em área nobre, mas não muito longe da plateia "comum".

A abertura dos portões será às 16 horas, e é bom estar lá não muito depois disso, já que o trânsito na região fica bem difícil a partir das 18 horas. A CET informa as ruas interditadas em seu site www.cetsp.com.br. A banda Muse toca às 20 horas, e seu show deve ser visto como complementar, não como acessório. Até os equipamentos de luz do U2 eles usam, em outra prova de como Bono é um cara "gente boa". O U2 entra às 21 horas, algo que esses gringos têm respeitado bastante em seus shows. Os horários só mudam no show de amanhã, quando os portões são abertos às 15 horas e o U2 aparece às 20h30.

Para não deixar pertences nas mãos dos PMs e seguranças da entrada, algo que sempre acontece, valem outras dicas: máquinas fotográficas só as não profissionais. Nada de cartazes pedindo beijos de Bono, nada de guarda-chuva, nada de jornais (sim, tem gente que leva), nada de fogos de artifícios (é, também tem gente que leva) e nada de frutas como banana ou maçã, por mais inofensivas que aparentem ser. Os policiais da entrada não vão acreditar que o que você quer é fazer um lanchinho entre uma música e outra e quem fará o lanchinho serão eles.

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