Suprema Corte de Malavi deixa Madonna adotar criança

Primeira tentativa havia sido negada devido a lei que exige que pais adotivos vivam no país por 18 meses

BBC Brasil, BBC

12 de junho de 2009 | 07h39

A Suprema Corte de Malavi autorizou nesta sexta-feira, 12, a pop star Madonna a adotar uma segunda criança no país, revogando a decisão anterior da Justiça, de abril, que proibiu a cantora de adotar a pequena Chifundo "Mercy" James por causa de uma lei que prevê que pais adotivos tenham que ter morado no país pelo menos 18 meses.

A Suprema Corte disse que a decisão anterior não levou em conta o engajamento de Madonna para tentar ajudar crianças carentes.

O Chefe de Justiça do país sul-africano, Lovemore Munlo, elogiou o empenho de Madonna e disse que a criança terá uma vida melhor com a cantora.

Madonna fundou uma entidade beneficente, Raising Malawi (Levantando Malavi, em tradução livre), que ajuda alguns dos muitos órfãos do país.

Mercy, que tem 4 anos de idade, vive num orfanato. Sua mãe, então com 18 anos, morreu pouco depois de dar à luz.

Em 2006, Madonna tinha conseguido adotar um garoto, David, também no Malavi.

As duas adoções causaram controvérsias, com alguns ativistas argumentando que adoções internacionais como estas vão contra os interesses das crianças.

Grupos de adoção também acusam a cantora de suar sua fama e seu dinheiro para "encurtar" o processo de adoção e, talvez, minar sua integridade.

A cantora, de 50 anos, também tem dois filhos biológicos - Lourdes, de 12 anos, e Rocco, de oito.

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