Superchunk não muda, desde que o emo é emo

EMO [br]SUPERCHUNK[br]MAJESTY SHREDDING[br]LAB 344[br]Preço: R$ 23[br]BOM

, O Estado de S.Paulo

15 de janeiro de 2011 | 00h00

Em um mundo melhor, haveria menos trânsito e a molecada ouviria Superchunk em vez de Restart. Isso não é um sonho utópico: os veteraníssimos roqueiros são hiperfluentes nas linguagens (emo e pop punk) que mais agradam aos "aborrecentes". Trazem nuances criativas às melodias açucaradas e ao frenesi de britadeira de guitarras distorcidas que domina o rock comercial. Talvez isso seja porque Mac MacCaughan e Laura Ballance são donos da badalada Merge Records e criam quando lhes convém, além de já tocarem emo, sem mudar o script, muito antes do gênero virar carne de vaca. /ROBERTO NASCIMENTO

OUÇA TAMBÉM

SUGARCUBE Artista: Yo La Tengo

Álbum: I Can Hear the Heart Beating as One Gravadora: Matador Preço: R$ 57

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.