Suíça nega extradição de Polanski

O cineasta franco-polonês Roman Polanski deixou ontem o chalé em Gstaad, na Suíça, no qual ele cumpria prisão domiciliar havia sete meses. Ele tinha sido preso no dia 26 de setembro, em Zurique.

EFE e APF, O Estado de S.Paulo

13 de julho de 2010 | 00h00

A liberação ocorreu logo após a ministra da Justiça Suíça, Eveline Widmer-Schlumpf, ter informado que o país rejeitou extraditá-lo para os Estados Unidos (onde ele é acusado de ter mantido relações sexuais com uma menor há 33 anos), por falta de provas conclusivas sobre o processo judicial que começou em 1977.

Ainda ontem, alguns países comemoraram a liberdade do diretor, de 76 anos. O ministro francês de Cultura, Frédéric Miterrand expressou sua satisfação, dizendo que "por fim Polanski poderá deixar para trás um passado doloroso". A esposa do diretor, Emmanuelle Seigner, classificou o desfecho como "o fim de um pesadelo". O governo de Varsóvia também elogiou a decisão.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos não quis comentar a decisão das autoridades suíças.

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