Stallone desafia junta militar de Mianmar e anuncia 'Rambo 5'

Não satisfeito em ter se indisposto como governo de Mianmar na versão mais recente do filme "Rambo",Sylvester Stallone quer agora ir ao país para enfrentarcara-a-cara a junta militar por abusos dos direitos humanos. Stallone, que disse estar se preparando para um quinto eúltimo filme da série Rambo, afirmou que os comentários daimprensa de que seu filme teve sucesso na Birmânia e servia deinspiração para os dissidentes foi o ápice de sua carreiracinematográfica. "Este povo incrivelmente valente encontrou uma espécie devoz, de maneira muito estranha, no cinema norte-americano ...Na verdade, eles utilizaram algumas das falas do filme nasmanifestações", disse Stallone, 61 anos, em uma entrevista portelefone. "Este, para mim, é um dos momentos de mais orgulho que tiveno cinema", acrescentou. Moradores de Rangun disseram à Reuters nesta semana que apolícia havia dado ordens a vendedores ambulantes de DVDproibindo a comercialização do filme, intitulado apenas como"Rambo". Os habitantes disseram ainda que os fãs da série"ficaram doidos", por algumas das falas do herói, como "Vivapor nada. Morra por alguma coisa". No filme, o veterano da Guerra do Vietnã John Rambo --maisconhecido por eliminar seus inimigos com uma metralhadora M60na década de 1980-- volta à ativa para salvar um grupo demissionários cristãos de um major sádico do exército deMianmar. Stallone disse que, em vez de fazer um filme sobre o Iraqueou Darfur, concentrou-se em uma crise menos conhecida. Adecisão foi tomada antes do país atrair a atenção mundial porreprimir violentamente monges budistas que pediam democracia nopaís. Autoridades disseram que 15 pessoas morreram em decorrênciada repressão, mas diplomatas e grupos de apoio humanitáriodisseram que o número é muito maior. "As pessoas finalmente ficaram sabendo como são brutaisessas pessoas", avaliou Stallone.

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