SP Fashion Week deve movimentar R$ 1 bilhão

O interesse sobre a tendência da moda para o próximo verão não é o único foco de atenção da 17.ª edição do São Paulo Fashion Week, que começa hoje - ao mesmo tempo em que os modelos desfilam na passarela, tem o início o 2.º Salão de Moda e Design, criado para incrementar o milionário mundo de negócios do setor têxtil e confecção. O evento ocorre no terceiro andar do prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera.No ano passado, os negócios geraram um total de R$ 750 milhões, promovidos principalmente por compradores internacionais. Neste ano, com a vinda de 21 profissionais de todo o mundo, a expectativa é que a cifra alcance a estonteante cifra de R$ 1 bilhão em vendas. O valor é calculado a partir da expectativa de compra de cerca de 18 milhões de peças durante o salão. O otimismo é grande entre os expositores que, na primeira edição do salão, em janeiro, conseguiram abrir portas em países até então inalcançáveis. A Iódice, por exemplo, que neste ano homenageia a Espanha, acertou, no primeiro salão, um contrato de fornecimento com o Suriname, para onde já começou a exportar as suas peças.O valor bilionário também poderá ser facilmente atingido graças ao aumento no número de marcas expostas, de 42 para 48 - neste ano, as novas grifes são Isabela Capeto, Ellus 2nd Floor, VR Menswear, Carlos Tufvesson, Custo Barcelona e Raia de Goeye. Realizado em parceria com a Alcântara Machado Feiras, o Salão de Moda e Design foi criado para reestruturar o calendário de lançamentos, permitindo que todas as etapas da produção sejam favorecidas em sua época devida. Para isso, o calendário prevê quatro edições do salão por ano, das quais duas ocorrem simultaneamente com as edições de verão e inverno do São Paulo Fashion Week e outras duas independentemente do evento.

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