Shows ficam abaixo da expectativa

Sem a repercussão do que se viu no Recife em 2009, os shows da terceira Feira Música Brasil ficaram abaixo da expectativa.

Lauro Lisboa Garcia, O Estado de S.Paulo

13 de dezembro de 2010 | 00h00

Tocando para menos de 50 pessoas, artistas e bandas desconhecidas do grande público foram prejudicados pelo horário, pelo local e pela falta de divulgação. KK Mamoni aponta também a falta de interesse do público mineiro, inferior ao do Recife.

Foi, aliás, um pernambucano, Otto, quem fez um dos melhores shows, apesar da equivocada participação de Bebel Gilberto. Equívoco maior foi a seleção da banda de thrash metal Witch Hammer, só superado por outro show ruidoso e ruim, o de Andreas Kisser com convidados, como Flávio Venturini, que nada tinham a ver com aquela bobagem de misturar Beatles, Skank, Kiss e Menino da Porteira. Renegado, Ná Ozzetti, Rita Ribeiro, Mestres da Guitarrada, Babilak Bah e Edu Martins Grupo fizeram as melhores apresentações do fim de semana.

Com pocket-show, Toninho Horta lançou CD, ao lado de 18 jovens da Orquestra de Violões. Se tivesse pelo menos uma caixa de retorno, "seria mais profissional".

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