Shopping Cidade Jardim abre com muito luxo

A partir de hoje, dá para matar a curiosidade que o projeto do Shopping Cidade Jardim despertou durante os dois anos de construção na Marginal do Pinheiros, na zona sul. E confirmar que o empreendimento de José Auriemo Neto, presidente da construtora JHS, trouxe para São Paulo um shopping diferente de tudo que já foi construído no País nesse setor. Dos 351 shoppings que existem no Brasil - 51 são paulistanos -, o Cidade Jardim apostou no conforto e na qualidade de serviço. ?A proposta nunca foi ser o maior. Abri mão de espaços que poderiam virar lojas para construir jardins e ter áreas a céu aberto para o público desfrutar?, diz Auriemo. Enquanto, do outro lado do Rio Pinheiros, o Shopping Morumbi tem 458 lojas, o Cidade Jardim nasce com menos da metade desse número. São 180 lojas, das quais apenas 120 abrem as portas hoje. As demais estão em fase de acabamento. Os corredores dão para um jardim com árvores nativas, algumas de 18 metros de altura, retiradas para a construção do prédio. ?Elas foram mantidas num viveiro, até o shopping ficar pronto?, explica Auriemo. Tipuanas, sibipirunas e palmeiras dão aos corredores ares de alamedas e, ao contrário dos outros shoppings, geralmente fechados e sem janelas, ali o consumidor pode acompanhar as mudanças climáticas do dia. Há ainda um grande pátio, também a céu aberto, com bancos e muitos vasos, com acesso a uma vista privilegiada da cidade. Nesse pavimento fica a terceira unidade da Reebok Sports Club , que passa a ser a maior da América Latina. Espaço zen, de lutas, ginástica, personal training, duas piscinas e uma pista de atletismo de 250 metros são algumas das atrações da academia. Há ainda uma filial do Due Cuochi Cocina, todo envidraçado. Outro diferencial são os restaurantes. Até no caso de lanchonetes, foram privilegiadas as de grife, caso da Lanchonete da Cidade. No térreo, foi aberta a primeira filial do Restaurante Nonno Ruggero, até então com só um endereço, o Hotel Fasano, nos Jardins. ?Não gosto de me repetir nos negócios?, diz Rogério Fasano. ?Optei por uma casa mais aberta e no térreo, porque acho quem vem ao shopping gosta de ver movimento.? E o restaurante abre com uma novidade: no almoço, uma mesa de antipastos, com alcachofra, berinjelas e outras delícias (R$ 45). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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