Shakespeare fumava maconha, garantem cientistas

A fonte da criatividade de William Shakespeare era a maconha. É o que afirmam científicos sul-africanos que publicaram o resultado de um estudo na revista South African Journal of Science. O doutor Frances Thackeray e o professor Nick van der Merwe suspeitavam desde novembro último que a erva era uma fonte de inspiração do famoso dramaturgo inglês. Agora eles garantem ter provas.Os dois investigadores analisaram os conteúdos de vários cachimbos de barro encontrados na última residência de Shakespeare, a vila New Palace de Stratford-upon-Avon, e descobriram restos de maconha. Thackeray, chefe do Departamento de Paleontologia do Museu Transvaal de Pretória, estava convencido de que as palavras utilizadas pelo dramaturgo sugeriam uma influência alucinógena induzida pela droga. Em particular, o científico destacou o Soneto número 76 de Shakespeare, em que ele faz referência a uma "célebre erva".

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