"Sexo Frágil" entra no lugar de "Os Normais"

Está previsto para o dia 24, na próxima semana, o início das gravações da série Sexo Frágil, que tem estréia marcada para 17 de outubro nas noites de sexta-feira da Globo. A atração foi a escolhida para substituir Os Normais, que sairá de cena após três anos no ar. A direção do novo programa é de João Falcão, também responsável pelo texto final dos episódios. O programa terá quatro atores fixos e nasceu do quadro Homem Objeto, exibido no Fantástico. Sabiamente, o elenco aproveita dois dos bons nomes revelados pelo cinema - Wagner Moura, que já tem ganhado espaço na TV via Carga Pesada, e Lázaro Ramos. Completam o time, Bruno Garcia e Lúcio Mauro Filho, que, para evitar sua exposição na telinha com três personagens distintos simultaneamente, deixará o Zorra Total, mas continuará na Grande Família, como Tuco. "Os próprios atores farão o papel de personagens femininos", adianta Falcão. "Mas há uma grande preocupação com isso, para não ficar uma coisa muito grosseira", completa. Apesar de ser um programa de humor feito por homens, o objetivo é prestar uma homenagem às mulheres. "Portanto, será indicado para todas as pessoas, inclusive para o público feminino", garante o diretor. Segundo Falcão, Sexo Frágil vai abordar a visão masculina da mulher contemporânea. "Já foi o tempo em que a mulher precisava reivindicar espaço nos relacionamentos. Nós, homens, somos menos amadurecidos e elas são mais fortes", ressalta. Então, fica a pergunta: "Quem é o sexo frágil hoje em dia?". A um mês da estréia, o programa tem apenas quatro episódios escritos. Por isso, o trabalho deve começar em ritmo acelerado. O programa de estréia contará com duas participações especiais: Vladimir Brichta e Zéu Britto. A temporada do seriado terá, inicialmente, 10 episódios. "Vai até o fim do ano, mas esperamos que continue." A direção do programa é assinada ainda por Flávia Lacerda. Nos textos, Falcão conta com a colaboração de Guel Arraes, Cláudio Paiva, André Laurentino, Adriana Falcão, Mauro Wilson, Marcelo Rubens Paiva e Antônio Prata.

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