Sem energético, Swedish House Mafia não embala

DANCE[br]SWEDISH HOUSE MAFIA[br]UNTIL ONE [br]EMI [br]Preço: R$ 30[br]RUIM

, O Estado de S.Paulo

08 de janeiro de 2011 | 00h00

House music de tino comercial aguçado, para fazer sucesso no verão de Ibiza e ecoar nas noites do resto do mundo é a especialidade do trio de produtores Swedish House Mafia. O novo disco Until One traz um apanhado de colaborações feitas com artistas como Tinie Tempah, David Guetta e Pharrell, além de remixes óbvios de Coldplay e Daft Punk. Ao contrário do trabalho do duo francês, poucas faixas conseguem conciliar o bate estaca com pop envolvente. A arquitetura das faixas do Swedish House é pobre. Em geral, é feita de um sample simples, de pouca criatividade, um vocal soul feminino, a batida, um sintetizador e raramente algum detalhe que desenhe uma trama rítmica suingada e sirva o verdadeiro propósito do gênero: botar para dançar. Há, no entanto, alguns bons momentos, como em KNAS, faixa produzida somente por Steve Angello, que esteve no País recentemente para o festival SWU. É a única que buscar referências mais criativas e deixa de lado o intuito descaradamente comercial.

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