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Dois Oscars, na verdade quatro, de melhor filme e direção - por Os Imperdoáveis e Menina de Ouro -, uma extensa carreira à frente e atrás das câmeras, incluindo trabalhos com cineastas que fazem parte da história do cinema, como Don Siegel e Sergio Leone. Nas telas desde o fim dos anos 1950, Clint Eastwood virou um ícone de Hollywood.

O Estado de S.Paulo

22 de janeiro de 2012 | 03h10

Aos 81 anos, o 'velho' está de volta e com um filme que lhe é caro. Clint conta a história de J.Edgar Hoover, o lendário diretor do birô de investigações do FBI, que atravessou décadas no poder, sempre dedicado a suas atividades favoritas - a caça aos comunistas e a salvação dos EUA.

Na intimidade, o homem que trombava com presidentes - e todo mundo temia - era um gay enrustido que só temia uma pessoa, sua mãe. Um personagem ingrato - Hoover era um direitista fdp -, uma narrativa que atravessa décadas. Um filme em dois períodos, com seu personagem jovem e decrépito. Os ideais e sua degradação. J.Edgar é interpretado por Leonardo DiCaprio e o filme, que poderá ser indicado para o Oscar na terça-feira, é destaque numa sexta que se antecipa cheia de promessas. / LUIZ CARLOS MERTEN

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