Seleção da semana

UMA FEIRA QUE CRESCE

, O Estado de S.Paulo

08 de maio de 2011 | 00h00

É a semana de mais uma SP-Arte - Feira Internacional de Arte de São Paulo, desta vez, abrigando no prédio da Bienal os estandes de 89 galerias brasileiras e estrangeiras. Em sua 7.ª edição, a feira é inaugurada na quarta-feira para os convidados. Quinta-feira, abre suas portas para o público, que pode visitá-la até domingo. Além da exposição nos estandes das galerias, a SP-Arte 2011 terá novidades, como a ocupação do segundo andar do pavilhão da Bienal com instalações e obras de grande escala e vídeos.

O evento vem crescendo a cada ano e, inevitavelmente, movimenta o circuito de arte da cidade durante seus dias. Além de comemorar novas participações, como a vinda dos representantes de La Fabrica e da Elba Benítez, ambas galerias espanholas de Madri, e a presença das norte-americanas Hasted Kraeutler e Leon Tovar, de Nova York, das brasileiras Marcelo Guarnieri, de Ribeirão Preto, Referência, de Brasília, e Ybakatu, de Curitiba, a feira apresenta um interessante ciclo de palestras e congrega série de lançamentos de livros.

As mesas-redondas, temáticas e gratuitas, começam na quinta-feira e ocorrem no auditório do Museu de Arte Moderna (MAM), Entre as questões a serem discutidas, o mercado latino-americano, as coleções de museus e as privadas e editorial de revistas de arte. Já entre os lançamentos de livros na feira, que neste ano abrigará espaço da Livraria da Travessa do Rio, destaque para obras que tratam da produção de artistas como Nino Cais, Regina Silveira, Nuno Ramos, Nelson Felix, Marcelo Moschetta e Albano Afonso.

Vale ainda destacar alguns eventos da semana que ocorrem fora da feira, como o lançamento, na terça, às 20 h, do livro de Marina Saleme pela Editora AD2, na Galeria Luisa Strina, e a mostra do artista britânico Anthony McCall, a ser inaugurada amanhã na Luciana Brito Galeria. / CAMILA MOLINA

VISÕES NÓRDICAS

Além de filmes, Ingmar Bergman também dirigiu peças. E foram muitas. A última delas foi Espectros, adaptação que o cineasta sueco escreveu para a obra de Henrik Ibsen e que o diretor Francisco Medeiros leva esta semana ao palco do Teatro Sesc Anchieta. Tomando de empréstimo passagens de obras de outro grande dramaturgo nórdico, August Strindberg, Bergman imprimiu sua própria visão ao texto original. No elenco da versão brasileira estão nomes como Clara Carvalho e Nelson Baskerville. / MARIA EUGÊNIA DE MENEZES

CINEMA COMO ARTE

A jovialidade do centenário cineasta Manoel de Oliveira parece não ter fim. Em Singularidades de Uma Rapariga Loura, ele se baseia no cinema mudo para mostrar que vale o filme como forma de expressão e não a técnica. / UBIRATAN BRASIL

O SEGUNDO REVIVAL

Sete meses após sua antiga banda passar por aqui, John Fogerty aterrissa no País para dar o seu parecer nos grandes hits do Creedence. Para os fãs de vintage rock, não é pouca coisa. Afinal, poucos veteranos podem se vangloriar de terem composto canções como Bad Moon Rising, Born on the Bayou, Have You Ever Seen the Rain? e ainda serem reconhecidos como um dos grandes guitarristas dos anos 1960/70. Quem duvidar basta ouvir o clássico solo que John faz em seu cover de I Heard it Through the Grapevine. / ROBERTO NASCIMENTO

COM BACH, NA IGREJA

O especialista em música antiga e barroca Nicolau de Figueiredo, professor do Conservatório de Paris, comanda a Orquestra Sinfônica Municipal na execução da Paixão Segundo São João, de Bach, na Igreja da Consolação. / JOÃO LUIZ SAMPAIO

O VIGOR DO RECIFE

Na melhor fase da carreira, tocando temas de sua discografia e composições do último CD, Amigo do Tempo, como Casa Caiada, Papapa e Entre a União e a Saudade, o Mombojó encerra série que recebeu bandas de Pernambuco. / LUCAS NOBILE

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.