Secretária da Cultura é administradora

Entra Cláudia Costin, sai Marcos Mendonça no comando da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Com perfil de administradora pública, ela tem a grande chance de iniciar uma reformulação administrativa profunda na secretaria e herda o desafio de elaborar uma política cultural para o Estado. Cláudia Costin tem 46 anos, é casada e tem dois filhos. É formada em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, onde também cursou mestrado e doutorado. No Governo Federal, ocupou os cargos de diretora de Planejamento e Avaliação do Ministério da Economia, secretária-adjunta de Previdência Complementar no Ministério da Previdência, secretária-executiva e ministra no Ministério da Administração Federal. Foi também, por dois anos, gerente da Área de Setor Público e Combate à Pobreza para a América Latina no Banco Mundial. Atualmente, presidia a Câmara Brasileira de Investidores em Energia Elétrica.Marcos Mendonça, cujo nome ganhou projeção ao criar como vereador uma lei para ampliar os investimentos na área cultural, a Lei Mendonça, sai agora do comando da Secretaria da Cultura, onde permaneceu pelo tempo recorede de oito anos. O secretário marcou sua gestão com obras grandiosas como a reforma da Estação Júlio Prestes e a construção da Sala São Paulo, além da conclusão das reformas da Pinacoteca do Estado, do Theatro São Pedro e a criação do Museu do Imaginário, no prédio do Dops.

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