Rock in Rio só continua se corrigir problemas, diz juíza

A juíza Marcia Cunha, da 2ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, determinou nesta quarta-feira, 18, que os shows do Rock in Rio só deverão ser realizados se a Cidade do Rock conseguir "sanar as irregularidades" relacionadas aos atendimentos médicos, apontadas por duas vistorias feitas pelo Ministério Público durante o último final de semana.

JULIO MARIA, Agência Estado

18 Setembro 2013 | 17h00

A juíza também pediu que fiscais do Ministério Público (MP) e do Corpo de Bombeiros voltem nesta tarde para realizar uma nova inspeção no local e avaliar as condições oferecidas ao público. Se os equipamentos médicos continuarem sendo considerados inapropriados, o evento, segundo a Justiça, deve ser suspenso sob pena de multa diária de R$ 10 milhões.

Na última vistoria feita pelo MP foram constatadas 22 irregularidades. Os postos de atendimento opera seis unidades, enquanto deveria haver sete. Agentes escreveram ainda no relatório que os mesmos médicos encontrados em um posto corriam para outro durante a vistoria para mostrarem que havia o número de profissionais necessário. A assessoria do Rock in Rio diz que está corrigindo as irregularidades.

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