''Renunciamos em protesto'', diz Wilheim

O curador de fundações do MPE, Airton Grazzioli, ajuizou, em março, ação de pedido de afastamento do arquiteto Jorge Wilheim e de Antonio Henrique Amaral e Antonio de Franceschi do conselho da fundação a partir de questão levantada pelos advogados de Beatriz Nemirovsky sobre a regularidade da permanência deles na entidade - segundo a representação, os conselheiros estariam no cargo há mais tempo que o permitido pelo estatuto.

Camila Molina, O Estado de S.Paulo

29 Abril 2011 | 00h00

"Renunciamos em protesto a uma manobra de colocar os membros natos a partir de afastamento de três conselheiros. Não concordamos com uma situação que contraria o intuito dos instituidores da fundação", diz Wilheim, referindo-se especialmente ao fato de que o estatuto da entidade não permite que a família seja maioria no conselho. Segundo o arquiteto, que também é conselheiro da Fundação Bienal de São Paulo, do Museu Lasar Segall e do Hospital Albert Einstein, a "imponderabilidade" das brigas judiciais poderia se arrastar por meses ou anos.

Wilheim também afirma que Beatriz e seus filhos sempre eram convocados às reuniões, mas não compareciam - participaram apenas no ano passado. Ele diz ainda que não concorda que o mesmo MPE que, nos anos anteriores, havia aprovado as atividades da entidade, tenha depois alegado ser o conselho ilegal. As decisões ficam para o MPE.

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