Record também terá seu ônibus, rumo ao aquecimento olímpico

Você já viu algo parecido com isso antes, sim, não é impressão: o ônibus que a Record põe para rodar o País a partir da primeira semana de maio, a fim de promover a cobertura da Olimpíada de Londres, remete claramente ao ônibus do JN, obra da TV Globo em busca dos anseios da nação para as eleições de 2006. Mas a CNN teve o seu ônibus, também à disposição das eleições nos Estados Unidos, ainda antes que o da Globo virasse projeto.

O Estado de S.Paulo

02 de abril de 2012 | 03h08

O ônibus out door da Record promete rodar 13 mil quilômetros pelo Brasil. Sai de São Paulo rumo a Porto Alegre, passando por Rio, Belo Horizonte, Salvador e Belém, para fechar em Brasília na primeira quinzena de julho, quando o pessoal do jornalismo embarca para Londres. A ideia é que a série apresente, durante o trajeto, cidades que tenham produzido atletas olímpicos. Centros de treinamento e todo incentivo, público ou privado, para o esporte também entram na mira das câmeras do ônibus.

Custo-benefício. O time envolvido na empreitada soma, além da parte técnica, 10 repórteres e a âncora Ana Paula Padrão. Mas, diferentemente do ônibus da Globo, que só servia ao Jornal Nacional, o veículo da Record há de render reportagens para todos os noticiários da casa, inclusive os locais.

A Record tem os direitos exclusivos sobre a Olimpíada de Londres na TV aberta brasileira, como teve no Pan de Guadalajara. A diferença agora é que o SporTV, que comprou da rede de Edir Macedo os direitos do evento na TV paga, também exibirá o mundial. A Olimpíada do Rio, em 2016, volta a ter a Globo entre as opções na TV aberta, mas a de 2020, na Rússia, por enquanto, é bola exclusiva da Record.

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