Record coproduz sete títulos fora de casa e recorre a elenco rotativo

Após enxugar o número de funcionários do Recnov, seu complexo de produção no Rio, a Record dá andamento ao plano de investir em teledramaturgia por meio da produção independente. É uma estratégia para fazer a conta fechar. Só na atual temporada, sete programas estão em pré-produção fora de casa. Como o banco fixo de elenco também foi reduzido, a emissora estende às suas estrelas os contratos por obra certa, evitando encargos trabalhistas e salários pagos a quem não está no ar. Só Milagres de Jesus, próxima minissérie, produção da Academia de Filmes, tem 200 personagens.

Cristina Padiglione, O Estado de S.Paulo

18 Setembro 2013 | 02h19

'Família Trapo'. Outras seis produções independentes estão a caminho para o fim de ano - quem se sair bem no Ibope pode até ganhar vaga fixa em 2014. Uma dessas é uma sitcom na linha da Família Trapo, DNA do gênero no Brasil, nascida na Record dos anos 60. Com texto de Letícia Dornelles e Bosco Brasil, tem produção da Panorâmica e direção de Ignácio Coqueiro.

Em homenagem ao ano da Alemanha no Brasil, Marcílio Moraes adapta um conto de Thomas Mann, O Amor e A Morte, com produção da Indiana, de Marco Altberg. Tem ainda Natal de Arrepiar, de Bosco Brasil, também produzido pela Academia de Filmes. Em tom de comédia, Rosana Hermann e Antonio Guerreiro assinam Pa-Pé-Pi-Pó-Pu. Outro especial é Coisas de Casal, também de Letícia Dornelles, com direção de Edgard Miranda, produzido pela Casablanca. E tem ainda Casamento Blindado, com direção de Del Rangel, também independente.

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