Promotores italianos recorrem de absolvição de Amanda Knox

Os promotores do julgamento da estudante norte-americana Amanda Knox, que foi absolvida em outubro pelo homicídio da colega de quarto britânica Meredith Kercher em 2007, entraram com uma ação na terça-feira recorrendo do veredicto na suprema corte da Itália.

REUTERS

14 de fevereiro de 2012 | 15h08

Os promotores Giovanni Galati e Giancarlo Costagliola afirmaram que a decisão de absolver Knox e o ex-namorado dela, Raffaele Sollecito, é "contraditória e ilógica".

A lei italiana permite que os promotores recorram contra os veredictos de absolvição. Agora, a Corte de Cassação precisa decidir se houve alguma irregularidade de procedimento que dê fundamentos a um novo julgamento.

Knox, que é de Seattle, e o italiano Sollecito venceram a apelação contra um veredicto de 2009 que os considerou culpados pelos assassinato de Kercher, na época com 21 anos, durante o que os promotores afirmaram ser uma agressão sexual alimentada por drogas.

O veredicto de outubro, um constrangimento grave ao sistema judiciário italiano, ocorreu depois que investigadores forenses independentes criticaram duramente a evidência científica da polícia na investigação original, dizendo que ela não era confiável.

(Reportagem de Maurizio Troccoli)

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