Programação gratuita vai até fim do mês

Desde sua criação, em 1994, o Rio Cello Encounter já reuniu cerca de mil músicos, 500 estudantes e um público estimado de 200 mil pessoas. Este anos, a programação, iniciada ontem, vai até o dia 28. Os concertos têm entrada franca e ocupam espaços como a estação de metrô da Carioca, no centro - a mais movimentada do Rio -, o Espaço Sesc, em Copacabana, a Vila Olímpica do Complexo da Maré e a Igreja da Candelária, além do Conservatório d Tatuí, no interior de São Paulo.

, O Estado de S.Paulo

06 de agosto de 2011 | 00h00

O conceito do evento é, segundo Chew, "integrar socialmente a cidade, utilizando o violoncelo como personagem principal, apesar da presença de virtuoses dos mais variados instrumentos". Além dos concertos, há uma série de workshops, também gratuitos, "abrindo a possibilidade para o surgimento de novas ideias ao passar dos anos".

Entre os músicos convidados desta edição estão os argentinos Blas Rivera (saxofonista) e Tito Cartechini (bandoneonista), os holandeses Dmitri Ferschtman e Wijnand Hulst e o italiano Umberto Clerici, os três, violoncelistas. Criado em memória do compositor Heitor Villa-Lobos, o encontro homenageia em 2011 três outros autores: Astor Piazzola, Nino Rota e Franz Liszt, de quem se lembram os 200 anos de nascimento.

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