Professora feminista norte-americana comete suicídio

Carolyn Heilbrun, feminista professora de literatura inglesa e autora de livros de detetive, morreu aos 77 anos. Segundo seu filho, Robert, ela cometeu suicídio. "Ela queria controlar o próprio destino", disse Robert, "e ela sentia que sua viagem tinha se concluido". Heilbrun dizia que viver além dos 70 anos deveria ser uma escolha. Heilbrun era professora aposentada em Columbia e escreveu vários livros de cunho feminista como Toward a Recognition of Androgyny, Reinventing Womanhood e Writing a Woman´s Life, nenhum deles publicado no Brasil. Ela se tornou professora em Columbia em 1972. Durante anos, temendo não conseguir a vaga de professora na universidade, Heilbrun escondeu a autoria de vários romances policiais sob o pseudônimo Amanda Cross. A heroína dos livros de Heilbrun, Kate Fansler, era uma professora feminista de literatura. No Brasil, o único livro editado de Amanda Cross é Uma Espiã Imperfeita, que conta a história de Kate Fansler envolvida em um enredo de morte e traição em uma tradicional escola de direito de Nova York.Após a aposentadoria, em 1992, ela continuou escrevendo livros, ensaios e artigos para a coluna Delas, no jornal New York Times.

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