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Prisão domiciliar de Polanski pode durar um ano

Advogados do cineasta defendem que crime de estupro não foi incluído no acordo de extradição

Efe,

31 de janeiro de 2010 | 12h03

A prisão domiciliar do cineasta polonês Roman Polanski em seu chalé na Suíça pode durar um ano, segundo a ministra da Justiça do país, Eveline Widmer-Schlumpf.

 

Em entrevista ao jornal Le Matin Dimanche, Eveline disse que o processo para a extradição do diretor poderá levar "meses ou até um ano", caso ele decida recorrer da decisão dos juízes junto ao Tribunal Penal Federal ou ao Tribunal Federal.

 

Os advogados do cineasta já pediram a um juiz na Califórnia que ditasse a sentença à revelia e o condenasse a uma pena similar ao tempo que passou preso, opção descartada pelo magistrado.

 

Para os encarregados da defesa de Polanski, ele não deve ser entregue pela Suíça aos Estados Unidos pelo estupro de uma menor de idade em 1977 porque este crime não foi incluído no acordo de extradição entre ambos os países.

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