Preste atenção

1. Nos figurinos. O figurinista Theodoro Cochrane, premiado na última edição do Prêmio Shell de Teatro por seu trabalho no espetáculo Escuro, mantém a parceria com a Cia. Hiato. Para compor os trajes de O Jardim, Cochrane escolheu estampas florais para todos os trajes. Dos vestidos dos anos 30 às vestes dos anos 1970.

, O Estado de S.Paulo

27 de maio de 2011 | 00h00

2.Nos objetos. Eles funcionam como referências de tempos passados em todas as cenas. No episódio que se passa em 1938, o personagem Thiago ganha um suéter. Em 1979, ele reaparece vestindo a peça. Há também outros utensílios, como uma máquina de escrever e um gravador, que atravessam as diferentes histórias.

3. Nos diálogos e gestos. Ao longo da encenação é possível notar coincidências na elocução de certas falas. Enquanto um personagem diz: "são seis horas" outro irá repetir a frase, ao mesmo tempo, em uma história diferente. Existe também uma dimensão coreográfica nos gestos, que são repetidos em contextos diversos.

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