Polanski pede que seja sentenciado em ausência por juiz de LA

O diretor de cinema, Roman Polanski, pediu ao juiz em Los Angeles na quarta-feira que fosse julgado em ausência no processo que o acusa de ter tido relações sexuais com uma menina de 13 anos.

ALEX DOBUZINSKIS, REUTERS

07 de janeiro de 2010 | 08h50

O juiz Peter Espinoza estabeleceu a data de 22 de janeiro para uma audiência completa sobre a solicitação, feita por Polanski em um documento juramentado assinado no dia 26 de dezembro na Suíça, submetido pelo advogado do cineasta, Chad Hummel.

Mas promotores, que há muito tempo tentam trazer Polanski de volta a Los Angeles, disseram que seriam contra qualquer proposta de julgá-lo até que ele compareça fisicamente ao tribunal.

Polanski, de 76 anos, que ganhou o Oscar em 2002 por "O Pianista", está em prisão domiciliar na estação de esqui em Gstaad, Suíça, lutando contra a extradição para os Estados Unidos, decisão que deve sair no início de 2010.

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