Pinturas e design japonês, no Instituto Tomie Ohtake

Duas exposições, uma de pinturas e outra de design gráfico japonês estão em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, um dos passeios imperdíveis no bairro de Pinheiros, em São Paulo. A primeira reúne três grandes individuais dos artistas contemporâneos Cássio Michalany (32 obras), Caetano de Almeida (25 obras) e Delson Uchôa (12 obras), sob a curadoria de Agnaldo Farias. A segunda traz 110 cartazes com o crivo da Art Directors Club de Tóquio, numa seleção com mestres da arte gráfica japonesa como Ikko Tanaka, Shigeo Fukuda e Kazumasa Nagai.Resultado do investimento do Laboratório Aché, que presta essa homenagem à artista plástica Tomie Ohtake, o espaço cultural é formado por oito salas de exposição, quatro ateliês, dois teatros, sala de seminário e outra de documentação, que integram um conjunto com dois prédios de escritórios (um deles em funcionamento) e centro de convenções, todos interligados por um Grande Hall, com restaurante (Restaurante do Instituto), café, livraria (Gaudí) e loja de design (Benedixt). Até o momento, o público já pode usufruir a área dedicada às exposições e das atividades no Grande Hall. Os teatros serão entregues em 2004, quando todo o complexo deve estar concluído, numa área de 12 mil metros quadrados. O projeto assinado por Ruy Ohtake, filho de Tomie, virou referência arquitetônica na cidade e foi premiado na 9.ª Bienal de Arquitetura de Buenos Aires, em 2001. Já o Instituto está sob a direção de Ricardo Ohtake, também filho de Tomie, e que desenvolve um trabalho de integração entre as diferentes artes e seus criadores e intérpretes. Instituto Tomie Ohtake. Av. Faria Lima, 201 (entrada pela R. Coropés), Pinheiros, tel. 6844-1900. De 3.ª a dom., das 11 às 20 horas

Agencia Estado,

23 de maio de 2003 | 19h27

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