Personagem de quadrinhos volta às telas em 'Dredd - 3D'

A reciclagem de ideias e de personagens ainda parece ser um bom negócio para os produtores de filmes de ação hollywoodianos. Como, por exemplo, "O Vingador do Futuro", que ganhou as telas em 1990, estrelado por Arnold Schwarzenegger, e voltou repaginado em 2012, com Colin Farrell como protagonista. Ou ainda "Robocop", que já era uma trilogia e ganhará nova versão no ano que vem, sob a direção do brasileiro José Padilha. Sem contar a saga "Resident Evil", com Milla Jovovich, cuja quarta sequência estreou recentemente no Brasil.

AE, Agência Estado

21 de setembro de 2012 | 10h26

Seguindo a linha de remakes de filmes de ação, estreia nesta sexta-feira "Dredd - 3D", que resgata o personagem que foi de Sylvester Stallone em "O Juiz", mas com uma pegada diferente da produção de 1995 - que foi um fracasso de bilheteria.

Ambos os longas se inspiraram em Joseph Dredd, personagem dos quadrinhos da editora britânica Fleetway, um juiz que, em um violento futuro pós-apocalíptico, sai às ruas para combater o crime e, pelas leis vigentes, assume as funções de prender, julgar e até mesmo executar criminosos.

Na nova produção, quem assume o papel do justiceiro, que tem como bordão a frase "Eu sou a lei", é o ator neozelandês Karl Urban, que participou de filmes como "Red - Aposentados e Perigosos" (2010), "Star Trek" (2009) e "A Supremacia Bourne" (2004).

Em "Dredd - 3D", o juiz tem de acompanhar a novata Anderson, papel de Olivia Thirlby ("Sexo sem Compromisso"), que está em processo de avaliação para o cargo. A jovem, mesmo não tendo a qualificação necessária, é uma aposta da chefia, já que possui poderes paranormais - consegue ler a mente das pessoas.

Atendendo a uma ocorrência de triplo assassinato, a dupla entra no complexo de apartamentos Peach Trees, espécie de favela vertical dominada pela impiedosa Ma-Ma (a atriz Lena Headey, de "300"), chefe de uma gangue que produz e trafica o alucinógeno Slo-Mo. Presos no edifício, sem comunicação com o lado de fora, Dredd e Anderson precisam sobreviver ao ataque dos bandidos liderados por Ma-Ma, além de enfrentar a corrupção policial, que ainda persiste nesse futuro caótico.

O filme acerta ao situar a história em um futuro plausível, mesclando inovações, como a moto e o armamento modernosos de Dredd, com prédios e veículos comuns nos dias de hoje. E não há economia na violência: pedaços de corpos atingidos pelas balas e muito sangue são ressaltados pelos efeitos em três dimensões. As informações são do Jornal da Tarde.

Tudo o que sabemos sobre:
cinemaDredd

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.