Período de crise está superado

O Electric Lady também passou por dificuldades. Como a maioria dos estúdios, sentiu o impacto dos avanços tecnológicos que permitiram a qualquer um fazer gravações baratas e de qualidade relativamente boa em casa. Pouco depois da virada do milênio, o estúdio quase fechou as portas, mas, após reforma e mudança administrativa, voltou a prosperar.

Ben Sisario THE NEW YORK TIMES NOVA YORK, O Estado de S.Paulo

05 de setembro de 2010 | 00h00

O gerente do estúdio, Lee Foster, disse que, ao assumir o cargo há cinco anos, começou a rever sua coleção de discos e a convidar antigos formandos do Electric Lady a voltar ao estúdio. Em pouco tempo, o preço cobrado por hora de uso voltou a subir e as salas de gravação passaram a estar sempre ocupadas.

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