Paula Lima

Protagonista do musical Cats, jurada do programa ídolos, a cantora paulistana prepara dois discos, um inédito e uma compilação de raridades

Lauro Lisboa Garcia, O Estado de S.Paulo

11 Julho 2010 | 00h00

Seu visual era muito marcante pelas tranças nos cabelos. Por que parou de usar?

Sempre tive paixão por tranças, mas chegou uma hora que estava muito cansada de passar horas no cabeleireiro, ter de fazer rolinho pra dormir. Era muito trabalhoso. E sou muito prática, tanto que adoro roupa que não precisa passar. Preciso aproveitar melhor o meu tempo e, enfim, não estava me sentindo muito livre. O que culminou com a minha decisão foi quando fui passar férias na Bahia em maio de 2009. Queria ficar o dia inteiro na praia, no mar, rolar na areia. Ia ficar presa pensando na trança? Fiquei feliz assim, as pessoas gostaram tanto...

Você emagreceu mais ainda, tem a ver com o papel em Cats?

Venho fazendo dietas há anos e vou fazer pro resto da vida. Não tenho disciplina, mas bom senso, fiz ginástica, como regradamente. E atuar em Cats me fez observar melhor nos shows o que eu não via antes. Minha postura mudou muito. Mas as mudanças também vieram com meu primeiro DVD, meu quarto disco, o programa Ídolos. Muita coisa aconteceu, então a cabeça da gente vai mudando, inclusive em relação a querer crescer.

Você vai lançar outro CD este ano. Como vai ser?

Vou lançar dois discos, um inédito e outro que é uma compilação de remixes, lados B, três inéditas e faixas que gravei em outros discos, mas nunca entraram nos meus álbuns. Deve ser lançado em agosto.

Como vai o casamento?

Muito tranquilo, sem neura, sem ciúme, uma delícia. Ainda mais que não temos filhos ainda, então a gente continua se curtindo. Ronaldo, meu marido, é meu maior incentivador. Estamos juntos há 9 anos, 4 de namoro e 5 de casamento.

Como é ser jurada de um programa como Ídolos?

Estou na terceira temporada. Relutei em aceitar o convite porque não acreditava em programas assim. O que me convenceu foi o fato de ser exatamente como o American Idol, que eu amo. O nível está muito bom, aprendo com os candidatos e eles aprendem comigo, porque também já passei por coisa parecida. O sucesso do programa me levou a fazer shows em Amsterdã e Tóquio, mas também me fechou outras portas. Não posso, por exemplo, aparecer em outros canais de tevê para cantar ou falar do meu trabalho.

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