Passada a crise, surge o real desafio

Análise: João Luiz Sampaio

O Estado de S.Paulo

16 de dezembro de 2011 | 03h10

Ninguém imaginou, lá no começo do ano, que a crise da OSB terminaria com a criação de uma nova orquestra; ou então que ela iniciaria já em 2011 suas atividades; muito menos, que se dedicaria à ópera. Se bem, é verdade, que o programa da primeira apresentação nada tem a ver com o repertório lírico, de forma que ficou para 2012 saber como vai se estabelecer a temporada - e que cara ela vai ter. Não é mero detalhe. No meio musical carioca já existem pelo menos três orquestras em plena atividade. Há espaço para mais uma? Sempre, mas com a condição de que ela consiga criar uma identidade que complemente o cenário artístico da comunidade em que se insere, justificando sua existência. O surgimento da nova OSB resolveu a crise; mas seu desafio real está apenas começando.

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