Pai de Michael diz que alguém tem de pagar por morte

O pai de Michael Jackson disse que nunca tinha ouvido falar sobre o medicamento propofol até saber que ele estava envolvido na morte de seu filho. Ele também pediu que o caso seja investigado para se punir os culpados. "Alguém deve pagar. Não apenas uma pessoa, mas todos os que estiverem envolvidos", disse durante entrevista transmitida hoje pelo programa "Today" do canal de televisão NBC. "Eu não sabia o que estava acontecendo. É por isso que estou nervoso". O departamento de medicina legal do condado de Los Angeles anunciou na sexta-feira que a morte de Michael Jackson foi um homicídio causado principalmente pelo propofol e outro sedativo.

AE-AP, Agencia Estado

31 de agosto de 2009 | 15h44

O cantor estava usando o remédio para dormir, uma prática que especialistas médicos consideram extremamente perigosa. Joe Jackson disse que o anúncio do legista "me diz que um crime foi cometido e que mais investigações precisam ser feitas para que se descubra o que está por trás disso tudo, não apenas o doutor Conrad Murray". Murray, o cardiologista de Las Vegas que estava trabalhando como médico pessoal do cantor, não foi indiciado por nenhum crime, mas é a principal figura da investigação de homicídio doloso do pop star.

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