Osesp e Estadão juntos,para entender Debussy

Com movimentos pendulares recorrentes, a história da música sempre teve seus períodos caracterizados pelo aparecimento de alguns compositores modernos ou outros mais conservadores. Integrante do primeiro time, o francês Claude Debussy (1862- 1918), com suas melodias e harmonias impressionistas, esteve muito à frente dos pares de sua época, e hoje terá parte dessa sua contribuição revolucionária para a música clássica esmiuçada em palestra de Vladimir Safatle, no projeto Música na Cabeça, parceria entre a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e o Estado.

Lucas Nobile, O Estado de S.Paulo

25 de agosto de 2010 | 00h00

Depois de Jorge Almeida falar sobre os mundos de Gustav Mahler, em março, e de José Miguel Wisnik tratar de Chopin, em maio, no encontro gratuito Debussy e o Nascimento da Modernidade, Safatle, que é professor do Departamento de Filosofia da USP vai discorrer sobre como o compositor francês rompeu com cânones de seu período, influenciando sucessores de gerações seguintes, não apenas do universo clássico.

Ao longo de agosto, a obra de Debussy tem sido interpretada pela orquestra em sua temporada de concertos. Amanhã, sexta e sábado, sob regência de Hannu Lintu e Simon Trpceski, no piano, a Osesp apresentará Jeux, último trabalho escrito por Debussy para orquestra, em 1912.

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