Os vândalos do rolezinho

Scarpa News

O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2014 | 02h09

Chiquinho Scarpa nega a

informação de que sua família

tenha vendido por R$ 78 milhões

a mansão da rua Canadá, nos

Jardins. Como na ocasião da

notícia de que o playboy enterraria seu carrão no gramado de casa,

capaz de ser alguma nova

campanha pela doação de

órgãos, né? O Marcelo Tas

deve estar por trás disso!

Coletivo da preguiça

O que faz a Mídia Ninja que

não cobre os 'rolezinhos'?

Essa turma não quer nada

com o trabalho, né não?

Rejeição explícita

Amigos de Geraldo Alckmin

estão preocupados: o também

governador Eduardo Campos

disse dia desses que larga mão da aliança com o parceiro de São

Paulo se a Marina Silva aceitar

ser vice dele na disputa pela

Presidência. Por muito menos,

a primeira-dama da França

está hospitalizada com

crise nervosa em Paris!

Ô, raça!

A audiência de estreia do

Big Brother Brasil este ano

foi 20% maior que na edição

do reality show em 2013. A culpa, convenhamos, não é do Pedro

Bial! Quem deve ir para

o paredão é o público!

Boato infame

A despeito do que se diz nas

redes sociais, não é verdade que tenha sem-teto em São Paulo

se disfarçando de viciado em

crack para ganhar casa, comida

e emprego da Prefeitura. E

não se fala mais nisso, ok?

A imprensa - ô, raça! - ainda não usou a expressão "minoria de baderneiros", mas isso é questão de tempo: está ainda em construção o discurso politicamente correto sobre os 'rolezinhos'! Tudo indica, porém, que o conteúdo não será muito diferente da linha adotada em 2013 para legitimar a voz das ruas (no caso dos shoppings) sem deixar de condenar a ação de vândalos no final das manifestações.

Resta saber se o Brasil anda se repetindo ou se tudo que sai de bom das redes sociais tem vocação para o descontrole no mundo real. Os jornais até abriram espaço esta semana para os rolezeiros do bem, mas tá na cara que a anunciada onda de rolezinhos em shoppings vai virar tsunami. É próprio da internet transformar movimento em confusão!

O caos deixa tudo muito parecido na sociedade, mas há, sim, uma diferença fundamental entre as manifestações de 2013 e os atuais 'rolezinhos': a mobilização do ano passado não era só pelos R$ 0,20; a de agora não é por nada, não!

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