Ocimar Versolato faz desfile beneficente

Ele disse que a São Paulo Fashion Week era pouco. "Não preciso do Paulo Borges", declarou Ocimar Versolato. Mas certamente ele necessita, e muito, de uma dose extra de profissionalismo. Fazer seus convidados, que pagaram entre R$ 60 e R$ 120 por um ingresso, esperar quase um hora de pé do lado de fora da Via Funchal não é chique. Também não é elegante um atraso de uma hora e meia para começar um desfile. É provinciano.Mas as senhoras voluntárias do Hospital Samaritano e as integrantes do comitê de eventos da Escola do Futuro - duas das entidades que receberão a renda dos convites (além do Centro de Educação Infantil Municipal Jardim Aeroporto) - nem ligaram.O público aplaudiu entusiasmado a apresentação, que veio na ressaca do Calendário Oficial da Moda. Depois dos 38 desfiles da São Paulo Fashion Week é difícil ver criatividade em Ocimar. Um vestido de Lino Villaventura vale por toda a coleção Glamour de Ocimar. Mas ele acerta bem no prêt-à-porter, com bons vazados a laser nas jaquetas masculinas.Em tempo: nenhuma das editoras "que importam" estava lá. Nada de Costanza Pascolato, Glória Kalil ou Regina Guerreiro. Ah... a Bruna Lombardi foi. Com o Ricceli.

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