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Obras de Dias & Riedweg, unidas pela ideia de paraíso

Vídeo sobre a cultura do funk carioca estão entre as obras da dupla em mostra no Instituto Tomie Ohtake

Marina Vaz, de O Estado de S. Paulo,

18 de setembro de 2009 | 05h15

O carioca Maurício Dias era pintor e gravurista. O suíço Walter Riedweg trabalhava com teatro e música. Em 1993, os dois se uniram em uma nova linguagem, o vídeo. De lá para cá, Dias & Riedweg já passaram por mostras internacionais de prestígio, como as bienais de Veneza (1999), Havana (2003) e São Paulo (1998 e 2002). Os trabalhos mais recentes da dupla você vê no Instituto Tomie Ohtake, a partir de quarta-feira (23), na mostra Paraísos Possíveis - Dias & Riedweg.

 

Depois de passar por 15 instituições mundo a fora, a mostra, com curadoria de Agnaldo Farias, traz ao Brasil dez instalações em que os artistas utilizam vídeo-performances, projeções e fotografias. Na instalação ‘Funk Staden’, Dias & Riedweg mostram um musical sobre o funk nas favelas cariocas. O roteiro foi feito com base em um livro de Hans Staden, o alemão que foi capturado por índios tupinambás no século 16. "Encenamos o livro como se os funkeiros fossem os índios, para falar de preconceito", explica Dias.

 

Em ‘Malas para Marcel’ (o Marcel em questão é o francês Marcel Duchamp), os artistas mostram projeções dentro de 12 malas. As imagens foram captadas por câmeras escondidas dentro de maletas espalhadas pelos artistas na cidade do Rio de Janeiro.

 

Onde: Instituto Tomie Ohtake. Av. Brig. Faria Lima, 201 (entrada pela R. Coropés), Pinheiros, 2245-1900. Quando: 11h/20h (fecha 2ª). Abre 4ª (23). Até 25/10. Quanto: Grátis.

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