Obra alerta ao diálogo

"Há muitos aspectos na arte contemporânea, mas o trabalho de mente, conceitual, eu acho melhor", diz Tomie Ohtake, citando sua reverência aos artistas brasileiros Tunga, Waltercio Caldas e Cildo Meireles. Mas ela admira muitos outros, acrescenta, " e não gostaria de esquecer ninguém". A exposição Tomie Ohtake - Correspondências, que será inaugurada na quarta, coloca em diálogo justamente a produção da pintora e escultora (obras criadas a partir de 1956), com a de outros 39 criadores contemporâneos, revelando relações e afinidades por meio de mídias diversas e poéticas.

O Estado de S.Paulo

03 Fevereiro 2013 | 02h10

Com curadoria de Agnaldo Farias e Paulo Miyada, a exibição se faz a partir de questões como cor, gesto, textura, linha. Trabalhos de Tomie, que teve período figurativo em sua carreira - nos anos 50, em São Paulo, integrou o Grupo Seibi ao lado de Flávio-Shiró e Manabu Mabe, entre outros - antes de se dedicar totalmente à abstração, conversam com os de artistas como Volpi, Carmela Gross, Jac Leirner, Mira Schendel, Nuno Ramos, Daniel Steegmann, Leda Catunda, Lia Chaia, e do arquiteto Oscar Niemeyer. / C.M.

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