O sapateado sutil de André Torquato

Se dependesse de sua apresentação de sapateado no teste para Gypsy, André Torquato provavelmente não estaria no elenco. "Foi horrível", reconhece. Mas o que o fez ser selecionado para o papel de Tulsa? "Além de uma voz incrível, uma bela presença de palco", explica o diretor Charles Möeller.

Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo

14 Julho 2010 | 00h00

 

De fato, aos 17 anos, Torquato desponta como promessa segura. Envolvido com música desde criança (aos 7 anos, participou de uma montagem da ópera Carmen), ele atuou em diversos espetáculos em Brasília até ser selecionado para o papel de Friedrich, o filho mais velho do barão Von Trapp, na versão paulista de A Noviça Rebelde, no ano passado. "Meu desafio acontece em Gypsy, pois receio que algum sapateador profissional esteja na plateia", brinca Torquato, que fez um intensivão da técnica durante dois meses.

 

O resultado é revelado em cena: ao lado de Adriana Garambone, André Torquato confere delicadeza ao sapateado.

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