O que muda em "No Limite 2"

As chamadas veiculadas pela Globo nas últimas semanas trazem o apresentador Zeca Camargo anunciando novos perigos e provas ainda mais difíceis na segunda edição de No Limite, agora produzido em parceria pelas Central Globo de Produção e o Jornalismo. Abaixo, saiba o que muda e o que continua na mesma em No Limite 2:Sai o cenário de dunas e praias de Beberibe, no Ceará, entra uma fazenda em fase de inundação pela represa de Manso, na Chapada dos Guimarães, região de cerrado e escarpas íngremes no Mato Grosso. Devido às peculiaridades locais, o kit básico entregue aos participantes sofreu pequenas alterações. Em vez de sandálias, eles receberam galochas. Também foram distribuídas capas de chuva. ?Chove muito por lá?, explica o diretor geral, Fernando Gueiros, certo de que a abundância de água consistirá num desafio a mais para as equipes rivais. Os nomes escolhidos para os grupos ? Araras Vermelhas e Lobos Guarás ? referem-se a animais típicos da região. Assim como na primeira edição, quando a locação escolhida foi rebatizada de Praia dos Anjos, o novo local, uma área de cinco mil hectares, será chamado de Chapada dos Ventos. O ritual em que a equipe perdedora de cada prova escolhe um de seus integrantes para deixar o jogo foi mantido. Só que agora acontece no Portal do Tempo. Os quatro elementos são passado, presente, futuro e infinito. Como na primeira edição, irão ao ar oito programas, só que mais longos. ?Com exceção da estréia, que teve 40 minutos, cada edição anterior tinha 25. Agora, há uma flexibilidade e podemos chegar aos 40 minutos?, explica Fernando Gueiros. Para produzir material suficiente, os candidatos ficarão isolados durante dois meses. Da primeira vez, foram 25 dias.As regras são basicamente as mesmas: os participantes ficam incomunicáveis, não é permitido abater animais, agressões físicas resultam em eliminação, etc. As provas físicas, de habilidade e de raciocínio também foram mantidas, e até um banquete com quitutes equivalentes aos miolos e olhos de cabra da primeira versão, só que típicos do Mato Grosso, está programado. Mas o sistema de eliminação sofre uma mudança depois dos quatro primeiros episódios. ?Haverá uma pausa, no dia 25 de fevereiro, domingo de carnaval. Depois, voltamos com novos elementos, que até lá serão mantidos em segredo?, anuncia o diretor.Na primeira edição da gincana, um total de 100 pessoas cuidava da produção e da segurança dos participantes no Ceará. Desta vez, o número cresceu para 150 (ao todo, são 300 profissionais envolvidos, incluindo os que permanecem no Rio). Novas equipes de cinegrafistas (ao todo serão seis, todas contando com operador de som) e equipamentos (quatro minicâmeras, sendo duas DV-Night Vision) foram incorporadas para garantir imagens aquáticas e noturnas. Mas a principal preocupação é manter o grupo a salvo de animais peçonhentos e silvestres que habitam a região. ?Tem muita cobra por lá. E lobos, que não atacam diretamente as pessoas, mas podem rondar os acapamentos e roubar alimento à noite?, imagina Gueiros.

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