O privilégio de ser um García Márquez

Filho do escritor Gabriel García Márquez, o diretor Rodrigo García, que nasceu na Colômbia, em 1959, teve o privilégio de conhecer, ainda jovem, monumentos da literatura e do cinema, como Carlos Fuentes, Pablo Neruda, Julio Cortázar e Luis Buñuel. Atraído pela arte, ele buscou uma expressão diferente do pai.

O Estado de S.Paulo

24 Fevereiro 2012 | 03h09

Seria realmente difícil competir com um vencedor do Nobel, como García Márquez. Rodrigo optou pelo audiovisual. Dirigiu para cinema e TV, séries como Six Feet Under e Os Sopranos, da HBO. No cinema, começou como operador de câmera, antes de virar diretor. Você pode até não gostar de seus filmes, mas são sempre benfeitos (e fotografados). O tema, ou os temas que prefere, ligam-se à condição da mulher na sociedade.

Glenn Close tem sido parceira de Rodrigo García desde a estreia dele em Hollywood, com Coisas Que Você Pode Dizer Só de Olhar para Ela, em 2000. A própria Glenn escreveu o roteiro de Albert Nobbs, projeto antigo, que a marcou desde que ela representou o (a) personagem no palco, no começo de sua carreira. Para concretizá-lo, buscou alguém de confiança e também que pudesse compreender essa trajetória tão especial. Rodrigo García saiu-se bem em parte. / L.C.M.

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