O monstro preferido do cinema

Poucos livros tiveram tantas versões no cinema quanto Frankenstein, a criatura imortal feita pela escritora Mary Shelley. São pelo menos 20, sem contar as pontas em outros filmes e suas caricaturas, como Herman Monstro e o Tropeço, da Família Adams. O motivo é simples: a criatura de bom coração escondida por uma fachada apavorante é sempre garantia de sucesso. Curiosamente, ele foi escrito em um inverno, quando alguns autores, entre eles Mary e o marido (o escritor e poeta Shelley) se propuseram a um desafio: quem seria capaz de escrever o mais assustador livro de terror. Desnecessário dizer quem ganhou. A versão de hoje, Frankenstein de Mary Shelley às 23h na Band, é interpretada por Robert De Niro, não é a melhor, mas pode ser vista.

Agencia Estado,

29 de dezembro de 2000 | 11h45

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