Ô mania de copiar Madonna...

A mulher biônica Cristina Aguilera investiu pesado para armar seu retorno impactante. Mas a produção de capa e a sonoridade de seu novo e quarto disco, Bionic, latiram mais do que morderam. Em sua primeira semana nos Estados Unidos, o CD vendeu 110 mil cópias, uma bela marca. Mas o resto do mundo não ouviu Aguilera com os mesmos bons ouvidos e o barulho não rolou. Aqui no Brasil anda tímida, mas algumas estreias funcionam mesmo no boca a boca. Força para pegar, o álbum tem. A faixa título é daquelas produções em alta tensão, de pegada pungente com a clara intenção de jogar o mundo na pista. É só a gente não pensar que tudo ali já foi pisado e repisado por Madonna. Aguilera precisa se livrar disso, nem que seja com terapia.

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