O GRANDE BAILE

Tentativas de suicídio, vícios e depressões não tiraram o trono de Elton John. Casado e pai de duas crianças, ele volta ao Brasil limpo e em paz

JULIO MARIA, O Estado de S.Paulo

23 Fevereiro 2013 | 02h09

Às 20h30 desta quarta-feita, Elton John começa a fazer em São Paulo o primeiro dos quatro shows que programou para o Brasil neste começo de ano. Depois de sua apresentação em uma praça com estrutura luxuosa armada no Jockey Club para receber 15 mil pessoas sentadas, ele segue para Porto Alegre (dia 5 de março), Brasília (dia 8) e Belo Horizonte (9 de março). Ainda há entradas para São Paulo a preços que variam entre R$ 350 e R$ 650, e aqueles que estiverem com seus bilhetes em mãos devem acreditar na pontualidade britânica, levada com seriedade por artistas como Elton, Paul McCartney e Eric Clapton. O show, avisa o site da empresa Midiorama, deve começar às 20h30, "pontualmente", e terá formato open sound, com plateia sentada e ao ar livre.

Um dos sete astros mundiais a vender mais de 300 milhões de discos no mundo (mais precisamente 450 milhões deles em mais de quatro décadas de carreira) Elton chega no momento especial de uma carreira que reflete suas conquistas pessoais. Casado com o equilibrado cineasta canadense David Furnish, pai de dois filhos conseguidos por meio de gravidezes de aluguel (só a última lhe custou algo em torno de R$ 65 mil), o Rocket Man deve ser generoso com o público, como foi em suas recentes aparições no País - em 2009, no Anhembi, e no ano passado, no Rock in Rio. Quase nada fica de fora de uma lista que só não é maior por falta de tempo. Ele enfileira canções do potencial pop de Rocket Man, Your Song, Tiny Dancer e Candle in the Wind e faz duas horas e meia voarem em minutos. Suas vitórias, no entanto, têm equivalentes em derrotas e dramas que o fazem um dos maiores sobreviventes do pop.

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