O encontro do Bonde do Rolê com Deize Tigrona

E o morro encontrou a polaquinha. Deize Tigrona, rainha do funk carioca, e Marina Ribatski, frontwoman do Bonde do Rolê, grupo coxa-branca de Curitiba, fizeram uma jam no palco do TIM Festival, na noite de sábado, no palco TIM Lab.O grupo curitibano Bonde do Rolê, sensação das pistas do Batel de Curitiba ao Soho de Londres, depois de cantar mais uma de suas execráveis canções (Melô do Vitiligo ou Dança da Ventoinha, não faz diferença), chamou ao palco sua predecessora no negócio do funk escatológico, a diva carioca Deize Tigrona. ?Solta o frango e vem com a gente?, disse a funkeira, e ? apesar da reação de quase náusea evidente do roqueiro Marcelo Yuka, que assistia atônito ao show -, a platéia começou a responder ao som do Bonde do Rolê, que teve problemas técnicos no início de sua apresentação.?Esse pessoal, pra mim, é o novo funk que tá nascendo?, disse Deize Tigrona, enquanto os três garotos curitibano do Bonde do Rolê faziam reverências para sua inspiradora. Bizarro, mas quem não tinha falsos pudores estava dançando que eu vi.O Bonde do Rolê esquentava a pista para a banda TV on the Radio, do Brooklyn, Nova York. No palco principal, até aquele momento, não tinha entrado ainda a banda de abertura dos shows principais da noite, o Mombojó, que abriria para Patti Smith e Yeah Yeah Yeahs.

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