O boom das versões brasileiras de musicais da Broadway

Depois da estréia de ´My Fair Lady´, é a vez da megaprodução ´My Fair Lady´

15 de julho de 2007 | 14h02

Primeiro, foi a vez de Les Misérables. Em seguida, vieram A Bela e a Fera, Chicago e O Fantasma da Ópera. Aos poucos, os musicais da Broadway foram ganhando mais espaço no País, e hoje pode-se dizer que espetáculos do gênero vivem seu boom. Depois de My Fair Lady, na última quarta-feira, 11, foi a vez da megaprodução Miss Saigon iniciar temporada na capital paulista. Com um custo estimado em US$ 12 milhões, a montagem de Miss Saigon, patrocinada pela CIE Brasil, tem no elenco Marcos Tumura, um dos mais experientes atores de musicais cenário brasileiro. Ele está à frente de um elenco de 42 profissionais, além de uma orquestra com 18 músicos, para contar uma versão moderna de Madame Butterfly, a clássica história de amor impossível criada por Alain Boublil e Claude-Michel Schõnberg. Os investimentos nas versões brasileiras de musicais da Broadway foram aumentando com o passar dos anos - assim como o público que vai conferir os espetáculos. Les Misérables, que estreou em 2001, recebeu US$ 3,5 milhões e 350 mil espectadores. Um ano depois entrou em cartaz A Bela e a Fera , com um investimento de US$ 8 milhões e um público de 600 mil pessoas. O Fantasma da Ópera (2005), por sua vez, recebeu um patrocínio de US$ 10 milhões e atraiu 880 mil espectadores.E vem mais por aí: o ator e diretor Miguel Falabella pretende estrear Os Produtores, versão de The Producers, ainda no segundo semestre deste ano. Enquanto isso, escala-se o elenco do West Bank Story brasileiro.

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